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Dica, Qualidade de vida

LIVRO “OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO” – RESENHA

15 de maio de 2017
foto do livro

“Olhai os lírios do campo, como eles crescem;

não trabalham nem fiam;

E eu vos digo que nem mesmo Salomão,

em toda a sua glória,

se vestiu como qualquer deles.”

Primeiro de Maio se comemora o dia da Literatura Brasileira, e para entrar no clima, o meu grupo de leitores “Caixa de Pássaros” leu um livro nacional. E não qualquer um. E sim um digno de honrar essa importante data.

“Olhai os lírios do campo”, do autor Érico Veríssimo, publicado entre 1936 e 1938, foi a nossa escolha, e devo admitir já desde o início do quão especial é essa resenha. Não é somente que recomendo esse livro, porém, deveria ser leitura obrigatória de tão importante que a considerei. O livro trata de assuntos humanos levando a reflexões, sendo alguns deles o caráter, a humildade, o sentido da vida, princípios básicos e essenciais que, no entanto, podem ser esquecidos ou não levados a sério.

Eugênio é de família humilde, pai alfaiate e mãe dona de casa que lava roupa fora para ajudar no orçamento de casa. Ele sonha em ser médico e pertencer a alta sociedade. Com grandes ambições e a custo de muito trabalho e dedicação dos seus pais, ele consegue se formar em medicina. Este jovem estudante, embora tenha consciência dos esforços de seus pais, sente vergonha e humilhado pela vida que tem. Não apenas pretende se formar, contudo, ser rico e pertencer a um meio social tão diferente do seu. Por outro lado, temos seu irmão Ernesto, que com o tempo se deixou levar pelo vício da bebida, acarretando futuros problemas para a família.

E meio a esse quadro surge Olívia, colega de faculdade de Eugênio. Uma mulher simples, inteligente e dotada de sabedoria, com valores e objetivos tão diferentes do personagem. Ela possui uma paz e tranquilidade em meio aos tormentos dele, chegando-o a ensinar a ver a vida de uma forma peculiar.

Surge, então, um rápido romance entre eles, e não exatamente porque não estão determinados a ficarem juntos, entretanto, por conta de seus diferentes ideais. Eugênio escolhe seguir a vida com uma moça rica, chamada Eunice, tão diferente do seu padrão de vida, deixando para trás a vida difícil que levava e, provavelmente, um amor sincero.

Alguns anos se passam… O casamento nunca foi bem sucedido, bem pelo contrário, casou por interesse. Cego e domado pelo luxo, Eugênio que consegue conquistar até então os seus desejos de padrão de vida, se vê infeliz.

A história inicia com o pedido urgente de Olívia a uma enfermeira. Em uma maca de hospital, com as horas contadas para sua morte, ela pede que faça uma ligação a Eugênio, precisa vê-lo.

“Olhais os lírios do campo” é comovente e maravilhoso em meu ponto de vista. São os reflexos de nossas escolhas e o quanto elas podem ser boas ou más, certas ou erradas, ou ainda, o quanto de felicidade ou infelicidade pode nos trazer.

Depois de algumas tomadas de decisões pode ser tarde voltar atrás, mas quem sabe ainda exista esperança.

Beijos,rapha

Dica

LIVRO “DIAS DE ABANDONO” – RESENHA

6 de março de 2017
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Hoje trago a você, mulher, uma resenha especial e diferente. Não que para a ala masculina não será de boa utilidade, uma vez que se trata de um livro muito bom ao qual recomendo a todos. E sem contar que para correr os riscos abaixo analisados basta uma vida a dois. Porém, o lado feminino deve sentar e se debruçar a este pedaço de páginas contidas na história dessa sensacional escritora italiana cujo pseudônimo é ELENA FERRANTE.

”DIAS DE ABANDONO”, narra a história de Olga que após quinze anos de casamento é surpreendida pelo pedido de divórcio. Um susto totalmente sincero e desprovido de qualquer sinal. A justificativa de Mario são aquelas palavras casuais de cansaço, insatisfação, e alguns outros argumentos desconexos. No entanto, disse que nada havia de errado com ela ou com os dois filhos, assumindo posteriormente a culpa de tudo. E assim a deixou, nas palavras da personagem, “como uma pedra ao lado da pia”, enquanto simplesmente ele saía pela porta, fechando-a cautelosamente.

E antes de eu dar mais um passo, você já deve ter notado o quão delicado é o assunto e próximo da vida real. Eu tenho uma opinião à respeito de livros que narram sentimentos, emoções, como no caso do término de um casamento. Quanto mais delicada a escrita e profunda, melhor para aquele que o lê mergulhar na narrativa e, por conseguinte, gerar maior compreensão. E isso Elena Ferrante fez de forma impecável!

Não vou mentir a você. Esperava um pouco mais. Contudo, quando virei a última página, percebi que foi exatamente a expectativa frustrada somada a abundância de sentimentos afivelados na escrita, junto com a simplicidade do enredo que me chamou a atenção. E me trouxe o carinho por esse livro e respeito com todas as situações vivenciadas, tristemente, pela protagonista. E a ela todos os meus aplausos, tal entendimento essencial a quem leu o livro, incapaz de descrevê-lo.

Supondo que você não o leu, entenda uma coisa. Essa mulher ficou devastada na dor. Ela sofreu muito com o abandono. Até mesmo a sua personalidade modificou, decorrente de toda a negatividade. Sua angústia era tanta que nada e ninguém, e nem mesmo os seus filhos, passaram a ter um significado honesto e positivo do qual ela precisava mais do que nunca nesta fase turbulenta.

E por falar em significado, venho em sua defesa. Uma mulher que vive com um homem, pai de seus filhos, por uma década e meia, e de repente não faz ideia de quem ele é, de suas atitudes, deve estar no mínimo se perguntando, afinal o que exatamente eu sei de cada coisa que eu penso conhecer?! A busca pela sua fiel identidade é construída passo a passo entre seus tormentos ao constatar que se esqueceu de si mesma por prioridades que deixaram de existir como num desaparecimento sem vestígios.

O leitor é convidado a passear por todas essas questões, muitas delas irracionais, formuladas no calor da raiva, não se esquecendo que apesar dos pesares ela é mãe de filhos pequenos, dona de casa e de uma vida a qual ela é obrigada a botar pra frente, como todos nós em diversas situações. Percorrendo mecanicamente os olhos pelas páginas, reprovava todo o seu vocabulário obsceno e a negligência com os filhos, sintomas estes relacionados aos tempos difíceis. O caso com o vizinho é a válvula de escape das suas feridas, aguardando uma recompensa cega e piedosa da sua autoestima dilacerada.

Mas basta ser sensível para entender que não é nada fácil e todos nós temos nossos momentos por direito. A barra era toda dela e sem ninguém para com quem contar, nem mesmo uma amiga mais próxima. Sabe aqueles casamentos em que se desfaz de todos (absolutamente todos) os contatos? E de um dia para outro observa que não tem mais ninguém além do marido? Pois é, só que até isso Olga perdeu. O meu sentimento por essas linhas foi um misto de pena e compaixão.

E como eu torci por essa personagem! Queria vê-la bem! Se reflete que a felicidade tão almejada, principalmente quando seu mundo vira de ponta cabeça e você necessita com todas as forças se reerguer, pode ser mais simples do que imagina. Porque quando estamos no escuro dificilmente enxergamos algo coerente, mas para algumas pessoas é dada a benção de aos poucos retomar a visão e os verdadeiros sentidos que visualizam o bem, aqueles que nos impulsionam a ser melhores a cada dia, por nós mesmos e por quem amamos.

E é esse o coração do livro pelo qual eu tento cuidadosamente expressar nesse texto: simplicidade. A autora ousou desse ingrediente tão verossímil a vida, tornando a história mais convincente.

Você há de convir que somos um mar de contrariedades, ora estamos com toda a certeza, ora sem nenhuma. Ora alguém é tudo para nós, ora já é do passado. É esse o movimento pelo qual trabalhou Ferrante. E então todo aquele mal é jogado sobre você, mas o que fazer? É quando o “jogo do precipício” começa. E nas cartas você tem duas opções. Se afundar mais no abismo ou se refazer.

Entretanto, aquela ‘carta na manga’ ou o seu ‘coringa infalível’, também conhecido como Deus, é poder chegar a um momento que você é mais forte que tudo. E a sua felicidade nunca mais dependerá de nada ou ninguém. E quando você estiver comandando o jogo, ouvir ‘truco’ ou qualquer expressão que implique abalo, ficará suspenso pois nada mais poderá te derrubar.

“Dias de abandono” é uma leitura em homenagem as mulheres de coragem que são abandonadas e largadas com seus filhos. Esquecidas num mar de amor e ódio, humilhadas até o pescoço, que se perguntam constantemente o que elas fizeram de errado, quando na verdade elas só entregaram amor.

.. E ainda sim, são capazes de continuar entregando ..

.. Até finalmente se cansarem.

 Beijos e até breve! Rapha.rapha

Dica, Moda

SOCORRO! COM QUE ROUPA EU VOU?

21 de fevereiro de 2017
livro

Olha a dica!!! A jornalista de moda Mauren Motta, vai lançar um guia fashion super pratico, daqueles pra gente ter na cabeceira.

Segundo ela o livro não vai ditar regras, e sim, orientar nas dúvidas sobre o que vestir em diferentes ocasiões. Ele é ilustrado com mais de 1.500 fotografias que devem ajudar super, já que a intenção é ajudar na hora de montar os looks do dia a dia. livro-maureen-mottaEu super gostei viu?! Já sei que quero hahaha

O lançamento esta previsto para março e abril em três cidades –  Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro. Espero que possamos pedir pela internet né?!

Beijo, Thá

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LIVRO A LUA DE MEL – RESENHA

19 de janeiro de 2017
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Olá! Tudo bom?! Estou de volta com mais uma resenha dedicada a vocês! A primeira desse ano, e que inclusive é a leitura atual do meu grupo de leitores “Caixa de Pássaros”. Há um tempinho atrás compartilhei com vocês minha opinião sobre um livro da autora SOPHIE KINSELLA, que aliás era minha primeira leitura dela e que de cara me apaixonei! E por força do destino, cá estou a falar mais um pouquinho sobre seu outro incrível trabalho, A LUA DE MEL.

Sim, incrível! Antes de me aprofundar na resenha quero que você saiba o quanto é gostoso ler os livros dessa autora! Não se trata apenas de uma simples comédia romântica, onde temos o mocinho e a mocinha e tudo acabará bem! Nããããão! Kinsella é brilhante, ao meu ponto de vista, porque ela consegue fazer uma história simples ser recheada de verdades, isto é, compatível com a vida real e suas peripécias. Nem sempre o príncipe ficará com a bela princesa. Mas quem disse que não existem outros príncipes e princesas por aí?! Os “sapinhos” que o digam!

Pois bem! Tudo começa com aquela certeza que você acha ter! Principalmente quando está há um bom tempo num relacionamento sério e todo o comportamento do seu(ua) parceiro(a), é algum sinal. Seja uma palavrinha proclamada sem a menor intenção (ou com a maior delas), uma mensagem de celular diferente, enfim. Estamos tão próximos do outro que temos a cega certeza que conhecemos cada passo dele(a). Nem preciso dizer (já dizendo!) o quanto o tombo pode ser feio…

Lottie é a namorada de Richard, por quem ela jura de pés juntos que a vai pedir em casamento. Eu confesso leitores que os “sinais” pelos quais ela argumentou me pareceram estar corretos a um homem que sonda sua namorada com indiretas para um provável pedido de casamento. Mas vamos pular essa parte e deixar para você mesmo(a) analisar. O grande problema é que a nossa protagonista em meio a suas certezas e ansiedades acaba mergulhando na fantasia de que seu namorado a pediu em casamento, quando na verdade ele não mencionou absolutamente nada! Estranho? Você nem imagina o quanto!

A confusão deu fim ao namoro, e de um salto gigantesco de quase noiva para solteira ela recebe uma ligação inesperada de um ex-namorado chamado Ben. Eles foram os pombinhos mais apaixonados aos dezoito anos! Romance de iniciantes, coisa de primeiro amor! No entanto, se passaram quinze anos! Apesar de ter sido caliente, Lottie precisou admitir que não se lembrava muito do ex. E muito menos do pacto que haviam firmado em uma viagem deslumbrante na Grécia.

O encontro foi marcado, e agora Lottie está sentada em uma mesa de restaurante diante do seu antigo namorado. Obviamente o passado é cavado nos mínimos detalhes com muitas risadas e até uma sensação de saudade e, como não poderia deixar de ter, aquele velho questionamento de casais que não deram certo, ao se reverem após séculos perguntam, “Afinal, por que mesmo não deu certo?”, ou ainda, com mais ênfase, “Nunca deveríamos ter nos separado!”. Ben estava tomado por essa última opção e com uns drinks a mais a conversa ficou bem solta

Tão solta que ele a relembra daquele antigo pacto enterrado num fundo do oceano da ilha grega de Ikonos. Eles haviam prometido se casarem se ambos ainda não estivessem aos trinta anos. E de repente ele está aos seus pés, com os olhares voltados de todos do restaurante, fazendo o tão sonhado pedido! Ela acha que é uma brincadeira, porém ele repete umas dez vezes para demonstrar a seriedade!

Lottie parece não ter o que perder, afinal ela percebe que ainda se sentem atraídos, na verdade muito atraídos! E quando se trata de primeiro amor… parece nunca morrer. E além disso, ela está mesmo desesperada para casar, ter uma família, pois se sente velha aos trinta e três anos. Ben também vive uma crise em seu trabalho daquelas que pegam pelo colarinho. Parece mesmo que o universo está a querer uni-los pelo “fracasso”.

Entretanto, Fliss que é a irmã de Lottie acha que ela pirou. Mal terminou seu relacionamento com o homem que acreditava ser o amor da sua vida e de repente está noiva de outro! Cenário no mínimo confuso. E então parte para a missão de impedir a qualquer custo que sua irmã caçula cometa o pior erro da sua vida! Apoiada pelo melhor amigo de Ben, Lorcan entra nessa para também impedir que o amigo em seu momento de dificuldades no trabalho tome a decisão que possa vir a arruinar de vez seus negócios.

A sensação é de que Lottie e Ben ficaram malucos, ao mesmo tempo que se assemelha a uma aventura de amor daquelas dignas das telonas do cinema! Todavia, em meio a desordem, o que é verdadeiro há de prevalecer. Compromissada com Ben, Richard resolve voltar pra área. Mas até aí muita coisa já aconteceu… Um amor que foi desenterrado e parece ter voltado uma maratona de braços abertos com um maravilhoso pedido de casamento. Do outro lado, aquela comum situação de um homem arrependido e com muitas saudades…

Eu acredito muito no potencial que os livros possuem para nos ensinar, passar uma mensagem. “A lua de mel” enfatiza o quanto o amor nos torna ridículos no sentido de não pensarmos direito no que fazemos. Nossos atos, palavras, por ora não são medidos e de repente tomamos atitudes que podem vir a mudar nossas vidas, e sem perceber machucamos o outro. Principalmente quando fantasiamos tanto que acabamos por nos perder dentro de nós mesmos.

Vamos abrir os olhos para o amor, afinal ele é tudo o que importa.

 

Beijos,

Com amor, Rapha.

Dica, Do meu Coração para o seu

LIVRO “EM CASA PARA O NATAL” – RESENHA

24 de dezembro de 2016
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Resolvi não “tirar férias” nessa semana de preparativos para o Natal e resenhar para vocês um romance no clima do feriado mais importante do ano! Um romance decorado no estilo natalino com todo carinho e dedicação a vocês!

Eu escolhi o livro “EM CASA PARA O NATAL”, da autora CALLY TAYLOR, entre tantos outros supostamente interessantes, e percebi que fiz a escolha certa logo nas primeiras páginas. Quando lançado na Grã-Bretanha ficou entre os mais vendidos.

Beth, a nossa protagonista é uma jovem que trabalha num guichê de cinema vendendo ingressos. Apesar da simplicidade, ela está exatamente onde quer! E ali mesmo pretende voar mais alto e conquistar um cargo muito melhor fazendo o que ama. Mas enquanto esse dia não chega, ainda sim se sente uma mulher de sorte!

Aiden é o seu namorado todo bonitão. Estão juntos há um tempo e tudo corre muito bem. A cada dia mais apaixonada e certa que é o homem da sua vida, apenas um pequeno grande detalhe parece não fazer sentido a ela. Aquelas famosas palavrinhas tão proferidas entre os casais nunca foram ditas. O delicioso “Eu te amo” parece ter virado lenda em seu currículo masculino, uma vez que nunca ouviu de nenhum namorado. Nem mesmo do atual…

Querida leitora, quero uma atençãozinha de vocês, enquanto os homens nos acompanham. Rs. Eu realmente tenho que dizer que fiquei com dó da pobre Beth! O desespero já era tanto em seu coração que ela resolveu ensaiar um “eu te amo” e dar a partida nessa tartaruga do Aiden! Contudo, os ensaios não foram exatamente na sua casa.. num local fechado.. só ela e as paredes.. ou até quem sabe com sua boa amiga Lizzie dando conselhos. Não. Ela simplesmente, em meio a sua desespero, ensaia no seu local de trabalho, em frente ao cartaz do maravilhoso George Clooney! hahaha. Tudo bem que não tinha nenhuma alma por perto, e com o olhar fatal do Clooney parecia ser o momento certo para buscar a coragem…

Ideal se não fosse pela presença inesperada de um jovem chamado Math. Antes de eu te contar sobre esse episódio no mínimo constrangedor e mega cômico da personagem, quero te apresentá-lo. Math está numa enrascada daquelas! Com o término de seu namoro, a ex-namorada o persegue a cada esquina! Ele é um jovem que também trabalha nos cinemas e talvez não tão encantado com a sua vida profissional como Beth. Todavia, se dedica muito e tem a missão encarregada pela sua “chefe mais chata do mundo” de convencer a dona do cinema “Picturebox” em que que Beth trabalha, a vendê-lo para a empresa cinematográfica muito maior da cidade, a qual é claro, ele trabalha.

Voltando para a situação, digamos, delicada de Beth em frente ao pedaço de papel de George, ao ouvir a uma certa distância uma voz masculina dizer: “Obrigado. Você também não é nada ruim.”, nem preciso prosseguir o vexame né?! Rsrs Mas logo ao entender o motivo da presença do homem que após uma boa olhadela definiu como sexy, toda a confusão sai de cena para entrar uma bem horripilante. Quando você tem um emprego pelo qual trabalha há três anos e ama o que faz, é no mínimo preocupante que você o perca! E tudo indica que pode acontecer.

Depois de alguns acontecimentos nada agradáveis, Beth resolve colocar em ação o seu plano de iniciativa com as “mágicas palavrinhas”. O esquema está formado! Eles vão sair às 20h para uma festa. Assim que Aiden chegar, ela vai olhar firme nos seus olhos, dizer ‘eu te amo’ e ter o momento mais romântico da sua vida!

Ou não.

E no caso é ‘ou não mesmo’! Aiden aparece a porta com duas horas de atraso e como se não bastasse está estranho e meio bêbado. Beth não tem nem tempo de abrir a boca quando ele finalmente anuncia que quer dar um tempo no namoro. Triste, não?!

E você achaaa que estou te contando tudinho??? De jeito nenhum! Só estou esquentando! Rsrs O que vem a acontecer nas páginas seguintes demonstra o quanto somos humanos e vulneráveis a erros o tempo todo! Beth, cuida mais de si após o fim do namoro. Math, depois de uma séria conversa com o seu ‘avô conselheiro’, decide que quer marcar um jantar com a ex-namorada psicótica e apaixonada. O cinema será mesmo vendido? E o emprego de Beth? Aiden volta atrás com sua decisão? Math se arrepende e descobre que a lunática é na verdade o amor da sua vida? E você deve estar se perguntando onde o clima de Natal entra pois parece tudo tão perdido e sem esperança… Rslivro-em-casa-para-o-natal-maisondadiÀs vezes, precisamos retornar para casa. Para aquele amor incondicional que encontramos só na família. “Em casa para o Natal” nos ensina que em meio à multidão de tormentos em nossas vidas temos o dever de buscar a paz. Buscar aquele aconchego que o NATAL nos faz recordar. Recordar a importância do amor, repensar algumas coisas, se estamos fazendo certo ou errado, enfim. O que podemos mudar? No que devemos depositar nossas esperanças? O que realmente vale a pena?

Feliz Natal e um Ano Novo de muitas realizações e paz!

Grande beijo, nos vemos ano que vem!

Com amor, Rapha.rapha